1ª Oração Poderosa
Súplica e confiança
(você deve fazer esta oração por ti)
Salmos 86.1-17
| 1 | Inclina, SENHOR, os ouvidos e responde-me, pois estou aflito e necessitado. |
| 2 | Preserva a minha alma, pois eu sou piedoso; tu, ó Deus meu, salva o teu servo que em ti confia. |
| 3 | Compadece-te de mim, ó Senhor, pois a ti clamo de contínuo. |
| 4 | Alegra a alma do teu servo, porque a ti, Senhor, elevo a minha alma. |
| 5 | Pois tu, Senhor, és bom e compassivo; abundante em benignidade para com todos os que te invocam. |
| 6 | Escuta, SENHOR, a minha oração e atende à voz das minhas súplicas. |
| 7 | No dia da minha angústia, clamo a ti, porque me respondes. |
| 8 | Não há entre os deuses semelhante a ti, Senhor; e nada existe que se compare às tuas obras. |
| 9 | Todas as nações que fizeste virão, prostrar-se-ão diante de ti, Senhor, e glorificarão o teu nome. |
| 10 | Pois tu és grande e operas maravilhas; só tu és Deus! |
| 11 | Ensina-me, SENHOR, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o teu nome. |
| 12 | Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o teu nome. |
| 13 | Pois grande é a tua misericórdia para comigo, e me livraste a alma do mais profundo poder da morte. |
| 14 | Ó Deus, os soberbos se têm levantado contra mim, e um bando de violentos atenta contra a minha vida; eles não te consideram. |
| 15 | Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia e em verdade. |
| 16 | Volta-te para mim e compadece-te de mim; concede a tua força ao teu servo e salva o filho da tua serva. |
| 17 | Mostra-me um sinal do teu favor, para que o vejam e se envergonhem os que me aborrecem; pois tu, SENHOR, me ajudas e me consolas. |
2ª Oração Poderosa
Lamentação de um atribulado
(você deve fazer esta oração por ti)
| 1 | Ó SENHOR, Deus da minha salvação, dia e noite clamo diante de ti. |
| 2 | Chegue à tua presença a minha oração, inclina os ouvidos ao meu clamor. |
| 3 | Pois a minha alma está farta de males, e a minha vida já se abeira da morte. |
| 4 | Sou contado com os que baixam à cova; sou como um homem sem força, |
| 5 | atirado entre os mortos; como os feridos de morte que jazem na sepultura, dos quais já não te lembras; são desamparados de tuas mãos. |
| 6 | Puseste-me na mais profunda cova, nos lugares tenebrosos, nos abismos. |
| 7 | Sobre mim pesa a tua ira; tu me abates com todas as tuas ondas. |
| 8 | Apartaste de mim os meus conhecidos e me fizeste objeto de abominação para com eles; estou preso e não vejo como sair. |
| 9 | Os meus olhos desfalecem de aflição; dia após dia, venho clamando a ti, SENHOR, e te levanto as minhas mãos. |
| 10 | Mostrarás tu prodígios aos mortos ou os finados se levantarão para te louvar? |
| 11 | Será referida a tua bondade na sepultura? A tua fidelidade, nos abismos? |
| 12 | Acaso, nas trevas se manifestam as tuas maravilhas? E a tua justiça, na terra do esquecimento? |
| 13 | Mas eu, SENHOR, clamo a ti por socorro, e antemanhã já se antecipa diante de ti a minha oração. |
| 14 | Por que rejeitas, SENHOR, a minha alma e ocultas de mim o rosto? |
| 15 | Ando aflito e prestes a expirar desde moço; sob o peso dos teus terrores, estou desorientado. |
| 16 | Por sobre mim passaram as tuas iras, os teus terrores deram cabo de mim. |
| 17 | Eles me rodeiam como água, de contínuo; a um tempo me circundam. |
| 18 | Para longe de mim afastaste amigo e companheiro; os meus conhecidos são trevas. |
Sob a sombra do Altíssimo
(você deve fazer esta oração por ti)
| 1 | O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente |
| 2 | diz ao SENHOR: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em quem confio. |
| 3 | Pois ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa. |
| 4 | Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo. |
| 5 | Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, |
| 6 | nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia. |
| 7 | Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. |
| 8 | Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios. |
| 9 | Pois disseste: O SENHOR é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada. |
| 10 | Nenhum mal te sucederá, praga nenhuma chegará à tua tenda. |
| 11 | Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos. |
| 12 | Eles te sustentarão nas suas mãos, para não tropeçares nalguma pedra. |
| 13 | Pisarás o leão e a áspide, calcarás aos pés o leãozinho e a serpente. |
| 14 | Porque a mim se apegou com amor, eu o livrarei; pô-lo-ei a salvo, porque conhece o meu nome. |
| 15 | Ele me invocará, e eu lhe responderei; na sua angústia eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei. |
| 16 | Saciá-lo-ei com longevidade e lhe mostrarei a minha salvação. |
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